quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Quem é Marlon ???


Deixemos de nos preocupar com quem é Marlon, e nos preocupemos sobre quem é Jesus. Inclusive Jesus é aquele que pode salvar e mudar a vida do Marlon.

Sabemos que o ser humano é curioso por natureza, e faz de tudo para saber quem é quem na história, mas saibamos aprender com a história, para vivermos a realidade.

JESUS CRISTO
Cristo significa "Ungido" e é a tradução grega de "Messias"

O Salvador do mundo, o Messias. Nos tempos do novo testamento Yeshûa', "Jesus", era um nome comummente atribuído aos rapazes judeus. Expressava a fé dos pais em Deus e na Sua promessa n'Aquele que traria salvação a Israel. O anjo Gabriel instruiu José a dar ao primogénito de Maria este nome, e a razão dada para esta ordem era, "Ele salvará o seu povo dos seus pecados" (Mt 1:21). "Cristo" não era um nome pessoal pelo qual as pessoas O conheciam enquanto esteve na terra, mas um título usado para O identificar como Aquele em quem as profecias messiânicas do Velho Testamento se tinham cumprido. Para aqueles que acreditavam n'Ele como enviado por Deus Ele era o Cristo, isto é, o Messias, o "ungido" por Deus para ser o Salvador do mundo. Quando usados simultaneamente, como em Mt 1:18; Mt 16:20; Mc 1:1, os 2 nomes Jesus e Cristo constituem uma confissão de fé de que Jesus de Nazaré, o Filho de Maria, é de facto o Cristo, o Messias (Mt 1:1; At 2:38). Jesus possuía também o título Emanuel, "Deus connosco", em reconhecimento da Sua divindade e nascimento de uma virgem (Mt 1:23; conforme. Is 7:14; Is 9:6, 7). Cristo designava-se habitualmente "Filho do homem" (Mc 2:10; etc. ), uma expressão nunca usada por outros quando falando sobre ou com Ele. Ao usar este título, que parece ter implicações messiânicas, Jesus acentuava a Sua humanidade, referindo-se a Si mesmo como a Semente prometida de Gn 3:15; Gn 22:18; cf. Gl 3:16. Jesus raramente utilizou o título "Filho de Deus", que realça a Sua divindade (Jo 9:35-37; Jo 10:36), embora tenha várias vezes referido Deus como o Seu Pai (Mt 16:17; etc.). No entanto, o Pai tratou-O por Filho (Lc 3:22; Lc 9:35), e João Baptista (Jo 1:34) e os discípulos (Mt 14:33; Mt 16:16), "Filho de Deus". Jesus afirmava que Deus era Seu Pai de uma maneira especial, e mais tarde o Seu reconhecimento que Ele era o Filho de Deus, permitiu aos judeus garantirem a Sua condenação e morte (Lc 22:70, 71). Gabriel explicou que Jesus seria chamado Filho de Deus em virtude do Seu nascimento em Maria pelo poder do Espírito Santo (Lc 1:35; cf. Hb 1:5), e Paulo declarou que a ressurreição dos mortos O designou "Filho de Deus" em poder (Rm 1:4). Os Seus discípulos frequentemente se dirigiam a Ele como "Mestre" (Mc 4:38; Mc 9:38; etc.), e eventualmente, em reconhecimento da Sua divindade, como "Senhor" (Jo 14:5, 8; Jo 20:28). O termo "filho de David" era uma designação Messiânica popular usada por governantes e pessoas comuns (Mt 12:23; Mt 22:42; Mc 12:35; etc.) como uma expressão que revelava esperança do livramento da opressão política.
CRONOLOGIA DA VIDA DE CRISTO
As datas exactas do nascimento, ministério, e morte de Cristo não são conhecidas mas podem ser determinadas com uma precisão razoável (ver cronologia de personalidades). Com um erro de 4 ou 5 anos ao determinar o ano do nascimento de Cristo, Dionysius Exiguus, um monge Romano do séc. VI, falhou no cálculo dos anos da sua nova era Cristã. Ele colocou o nascimento de Cristo pelo menos 4 ou 5 anos tarde demais. Devido a este factor a data de nascimento deve ser 4 ou 5 a.C.. Com relativa certeza a morte de Herodes pode ser datada no inicio da primavera de 4 a.C., e nessa altura Cristo já deveria ter algumas semanas ou meses de idade (ver Mt 2). Consequentemente, o Seu nascimento pode ser datado no final do outono de 5 a.C. ou no inverno de 5/4 a.C. João Baptista começou a pregar "no décimo quinto ano do reinado de Tibério" (Lc 3:1), um curto espaço de tempo - talvez 6 meses (cf. Lc 1:24,26-31) - antes do baptismo de Jesus, a partir do qual o Seu ministério público se iniciou. Jesus tinha então aproximadamente "trinta anos de idade" (Lc 3:23) e pouco tempo depois foi dito que o Templo tinha sido "edificado em quarenta e seis anos" (Jo 2:20). Falhas no conhecimento presente tornam a coordenação precisa destas datas juntamente com a era Cristã difícil se não mesmo impossível, sendo apenas possível sugerir uma data aproximada para o início do ministério público de Cristo. Tendo em conta todos estes factores, o outono de A.D. 27 parece ser a data que mais está em consonância com estes dados. Com base apenas nos registos dos evangelhos sinópticos (Mateus, Marcos, e Lucas) pode-se concluir que o ministério de Jesus continuou por pouco mais de um ano, devido ao relato de eventos de apenas 2 Páscoas. João, no entanto, menciona 3 Páscoas (Jo 2:13,23; Jo 6:4; Jo 13:1) e uma não especificada "festa dos judeus" (Jo 5:1). O aprisionamento de João Baptista, ligado a eventos relacionados do ministério de Cristo, ajudam a determinar que esta festa desconhecida era provavelmente também uma Páscoa. Quatro Páscoas tornariam a duração do ministério de Cristo em aproximadamente 3 anos e meio.
VIDA E MINISTÉRIO PÚBLICO
1 - Da Infância à Vida Adulta.
Jesus nasceu em Belém, cidade de David, a fim de que fosse identificado mais facilmente como o filho de David, e assim o Messias das profecias do Velho Testamento (Lc 2:1-7; cf. Mq 5:2). Foi circuncidado no 8º dia (Lc 2:21), sendo a circuncisão um sinal do concerto e um voto de obediência aos seus requisitos. Jesus nasceu "debaixo da lei" de Moisés e submetido à sua jurisdição (Gl 4:4). Mais tarde José e Maria levaram Jesus ao Templo para a cerimónia da dedicação do primogénito (Lc 2:22-38, 39; conforme Lv 12:1-4). Desde os tempos antigos este ritual era seguido pelos hebreus em reconhecimento da promessa de Deus de dar o Seu primogénito para salvar o povo perdido. No caso de Jesus era um reconhecimento do acto de Deus em dar o Seu Filho ao mundo, e da dedicação do Filho à obra que vinha cumprir. Depois da visita dos magos (Mt 2:1-12), pelos quais Deus chamou à atenção dos lideres da nação judaica para o nascimento do seu filho, José e Maria brevemente se refugiaram no Egipto a fim de escapar à fúria de Herodes (Mt 2:13-18). Ao voltar à Palestina, eles foram divinamente instruídos a fixarem-se na Galileia ao invés da Judeia, provavelmente a fim de evitar o estado de anarquia que prevalecia na Judeia durante o reinado turbulento de Arquelau (Mt 2:19-23; Lc 2:39, 40). Com a idade de 12 anos um rapaz judeu deixava de ser considerado uma criança e passava a ser um jovem. Como um "filho da lei" ele tornava-se pessoalmente responsável em cumprir os requisitos da religião judaica, e esperava-se que participasse nos seus serviços sagrados e festas. De acordo com esta tradição, com a idade de 12 anos Jesus assistiu à Sua primeira Páscoa, onde pela primeira vez deu evidências de uma compreensão da Sua própria relação especial como Pai e da missão da Sua vida (Lc 2:41-50).
2 - Início do Ministério Público
O baptismo de Jesus e unção do Espírito Santo, possivelmente na altura da Festa dos Tabernáculos no outono de A.D. 27, foi para Ele um acto de consagração ao trabalho de toda a Sua vida e que marcou o inicio do Seu ministério (Mt 3:13-17; cf. At 10:38). O Pai publicamente declarou Jesus como o Seu único Filho (Mt 3:17), e João Baptista reconheceu o sinal que lhe tinha sido dado para identificar o Cordeiro de Deus (Jo 1:31-34). Após o Seu baptismo Jesus retirou-se para o deserto a fim de meditar na Sua missão. Aí o tentador O pressionou com tentações concebidas para apelar aos sentidos, ao orgulho, e ao Seu próprio sentido de missão. Antes de poder ensinar os homens Ele próprio tinha de vencer o tentador (Mt 4:1-11; cf. Hb 2:18). Mais tarde Jesus voltou ao Jordão onde João Baptista estava a pregar (Jo 1:28-34), e pouco tempo depois reuniu à sua volta um pequeno grupo de seguidores - João, André, Simão, Filipe e Natanael (Jo 1:35-51). O seu primeiro milagre , em Caná da Galileia (Jo 2:1-11), fortaleceu a sua fé n'Ele como o Messias e deu-lhes uma oportunidade de testificar da sua nova fé a outros.
Ministério na Judeia
Na purificação do Templo na altura da Páscoa na primavera seguinte, uns 6 meses depois do Seu baptismo, Jesus publicamente anunciou a Sua missão de limpar os corações dos homens da corrupção do pecado (Jo 2:13-17). Desafiado pelas autoridades do Templo devido a este acto, Ele apontou secretamente para a Sua morte na cruz como o meio pelo qual se propunha a purificar o Templo do seu corpo (Jo 2:18-22). A visita nocturna de Nicodemos, um conselheiro chefe, deu a Jesus uma oportunidade, no princípio do Seu ministério, de explicar o propósito da Sua missão a um membro do Sinédrio (Jo 3:1-21) que era receptivo. Mais tarde Nicodemos temporariamente frustrou os planos dos sacerdotes para destruir Jesus (cf. Jo 7:50-53). Deixando Jerusalém, Jesus ministrou durante um prolongado período na Judeia (Jo 3:22). As pessoas juntavam-se em grandes multidões para O ouvir, e o nível de popularidade gradualmente mudou de João para Jesus (Jo 4:1). Quando o descontentamento surgiu entre os discípulos de João devido a esta situação (Jo 3:25-26), Jesus, desejando evitar qualquer tipo de mal-entendidos, calmamente cessou o Seu trabalho e retirou-se, durante algum tempo, para a Galileia (Jo 4:1-3). No entanto, Jesus tirou partido desta interrupção no ministério da Judeia para preparar o caminho para o Seu mais tarde bem sucedido ministério em Samaria e na Galileia. Ao voltar a Jerusalém para a Páscoa de A.D. 29 Jesus curou um paralítico no tanque de Betesda no dia de Sábado, provavelmente o pior, e mais famoso, caso ali presente (Jo 5:1-15). Os lideres judeus tinham tido um ano completo para observar Jesus e avaliar a Sua mensagem, e Jesus sem dúvida operou este milagre para os levar a tomar uma decisão visível. Acusado pelos judeus de violar o Sábado, Jesus defendeu-se ao dizer: "Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também" (Jo 5:16-18). Eles tinham tido várias provas do seu Messiado: (1) Tinham ouvido, e professado aceitar, a mensagem de João Baptista - e João tinha declarado Jesus como o Filho de Deus (Jo 5:32-35; cf. Jo 1:31, 34). (2) Os muitos milagres que Jesus tinha realizado durante o Seu ministério na Judeia (Jo 2:23), e particularmente a cura do homem paralítico nesse mesmo Sábado, testificavam a Sua afirmação (Jo 5:36). O próprio facto de que Ele estava a fazer as obras de Seu Pai (Jo 5:36; cf. Jo 5:17) testificavam que Ele tinha vindo do Pai. (3) O próprio Pai tinha declarado Jesus como sendo Seu Filho (Jo 5:37, 38). (4) A prova suprema do Messiado de Jesus encontrava-se nos escritos de Moisés que eles professavam aceitar e que seria o seu juiz caso O rejeitassem (Jo 5:39-47).
Os sacerdotes e juizes certamente teriam assassinado Jesus mesmo se o tivessem ousado, mas o sentimento popular era muito forte a Seu favor (cf. Jo 5:16, 18). Eles, no entanto, rejeitaram as Suas alegações e ficaram determinados a tirar a Sua vida numa altura futura (Jo 5:18). A partir daquela altura os autores dos Evangelhos frequentemente mencionavam espiões serem enviados para relatar tudo o que Jesus dizia e fazia, demonstrando que estes sacerdotes e governantes estavam a tentar construir um caso contra Ele (cf. Lc 11:54; Lc 20:20; etc.). Também, nesta altura, Herodes Antipas prendeu João Baptista (Lc 3:19, 20). Estes 2 eventos - a rejeição do Sinédrio e a prisão de João Baptista - marcam o final do ministério na Judeia (Mt 4:12; cf. Jo 7:1). Para evitar conflitos desnecessários com os professores de Jerusalém, Jesus a partir dessa altura restringiu o Seu trabalho principalmente à região da Galileia e, de facto, não voltou a Jerusalém até a Festa dos Tabernáculos um ano e meio depois.
Ministério na Galileia
Os galileus eram menos sofisticados e menos dominados pelos seu lideres do que os judeus da Judeia, e as suas mentes estavam assim mais abertas a receber a verdade. Durante o ministério na Galileia o entusiasmo era tão grande que Jesus era, algumas vezes, obrigado a esconder-Se a fim de evitar que as autoridades romanas tivessem motivos para temer uma insurreição. Por algum tempo parecia que os galileus iam receber Jesus como o Messias. Jesus iniciou o seu trabalho na Galileia em Nazaré, cujas pessoas O conheciam melhor e deveriam estar melhor preparadas para o receber como o Messias (Lc 4:16-30). Na sinagoga no dia de Sábado Jesus explicou-lhes a natureza e o propósito da Sua missão, mas eles recusaram-se a aceitá-Lo e se propuseram a tirar-Lhe a vida.
Abandonando Nazaré, Jesus fez de Cafarnaum o centro da Sua obra na Galileia (Mt 4:13-17). Perto do mar uma manhã Jesus chamou Pedro e André, Tiago e João, para se unirem a Ele como colaboradores e O seguirem a partir desse momento como discípulos a tempo inteiro (Lc 5:1-11; cf. Mt 4:18-22). A popularidade de Jesus rapidamente subiu a um nível que Jesus se sentiu compelido a deixar Cafarnaum por algum tempo e trabalhar noutro local (Mc 1:28, 33, 37, 38). Então Jesus iniciou a Sua primeira viagem pelas cidades e vilas da Galileia, proclamando que o "Reino de Deus" estava "próximo" (Mc 1:14, 15; Lc 4:31, 43). Ao voltar a Cafarnaum, Ele curou o paralítico que foi descido do telhado (Mc 2:1-12). Presente nessa altura para testemunhar o milagre estava uma delegação de "Fariseus e doutores da lei" de todas as partes da Judeia e da Galileia e também representantes das autoridades de Jerusalém (Lc 5:17) que tinham vindo investigar e interferir na Sua obra na Galileia. Ao perdoar e curar o paralítico Jesus deu-lhes provas irrefutáveis que era o poder divino que estava a operar, e que a Sua autoridade era divina (Jc 5:18-24). O fracasso das tentativas de descreditar Jesus era evidenciado pela cada vez maior popularidade que marcava o Seu trabalho (cf. Mc 3:7>>, 8).
Durante o intervalo entre a primeira e a segunda viagem pela Galileia, Jesus ordenou 12 dos seus seguidores para seres apóstolos (Mc 3:13-19). No mesmo dia (ver Lc 6:13-20) Ele discursou o Sermão da Montanha, que era destinado principalmente aos Seus discípulos, mas dado a ouvir a uma grande multidão (Mt 5 a Mt 7). Neste sermão, que pode ser considerado como o Seu discurso inaugural como Rei do reino da graça divina e como o passaporte para o Seu reino, Jesus explanou os seus princípios fundamentais. Pouco tempo depois, Jesus partiu na Sua 2º viagem pela Galileia (Lc 8:1-3), da qual o relatório é mais detalhado do que qualquer uma das outras. No seu decorrer Jesus demonstrou o poder do Seu reino e o seu valor para os homens. Começou em (Lc 7:11-17) e terminou em (Mc 5:21-43) com demonstrações de poder sobre a morte. Jesus também demonstrou o Seu poder sobre a natureza (Mt 8:23-27) e sobre demónios (Mt 12:22-45; Mc 5:1-20). Como o Rei do reino da graça divina, Jesus podia libertar os homens do medo da morte, o medo dos elementos da natureza, e do medo de demónios - que sumarizava os medos populares daquela época.
No decurso desta viagem Jesus deu o Seu sermão a partir do mar (Mt 13:1-53), numa série de parábolas demonstrando os mesmos princípios que tinha ensinado de uma forma mais formal no Sermão da Montanha. Na 3ª viagem pela Galileia Jesus enviou os Doze, dois a dois, a fim de ganhar experiência em evangelismo pessoal (Mt 9:36 a Mt 11:1). Na sua ausência , juntamente com outros discípulos, Ele revisitou Nazaré, onde os seus concidadãos O rejeitaram uma segunda vez (Mc 6:1-6). Esta viagem terminou aproximadamente no tempo da Páscoa na primavera de A.D. 30. A prova de poder divino no milagre dos pães e dos peixes (Mc 6:30-44) foi aceite pelos 5.000 homens presentes como uma evidência indiscutível de que o há muito aguardado Salvador estava entre eles. Aqui estava um homem que podia abastecer exércitos inteiros com comida, que podia curar soldados feridos e ressuscitar os mortos, e que podia conquistar as nações, restaurar o domínio para Israel, e tornar a Judeia no Paraíso terrestre predito pelas profecias antigas. Eles tentaram coroá-Lo, mas Jesus rejeitou (Jo 6:14, 15). Este foi o ponto de viragem do Seu ministério. Após uma noite tempestuosa no mar (Mt 14:22-36) Jesus retornou a Cafarnaum, onde deu o sermão sobre o Pão da Vida (Jo 6:25 a Jo 7:1). O povo que tinha idealizado Jesus como o governante de um reino terrestre compreendeu agora que o Seu era um reino espiritual, e a maioria "voltou atrás e não mais andou com Ele" (Jo 6:66). A opinião pública voltou-se então contra Jesus na Galileia assim como tinha sido na Judeia um ano antes.
5 - Retirada
Jesus nesta altura descontinuou a Sua obra pública para o povo da Galileia. Rejeitado pelos lideres e pelo povo em geral, Ele chegou à conclusão que o Seu trabalho estava rapidamente a chegar ao seu termo. Perante Ele desenhavam-se os contornos das cenas do Seu sofrimento e morte, mas mesmo isso os Seus discípulos não conseguiam compreender. Tal como a generalidade do povo, eles ainda tinham a concepção do Seu reino como sendo um domínio terrestre. Repetidas vezes Jesus discutiu o Seu Messiado e missão com eles numa tentativa de os preparar para o grande desapontamento que eles estavam prestes a experimentar. Em Cesareia de Filipo (Mt 16:13-28), no monte da transfiguração (Mt 17:1-13), e enquanto se dirigiam até lá (Mt 17:22, 23), Ele lhes explicou que como Messias tinha de sofrer e morrer. Também, durante este período, Jesus retirou-se para as regiões não judaicas da Fenícia (Mt 15:21-28), Cesareia de Filipo (Mt 16:13-28), e Decápolis (Mc 7:31 a Mc 8:10), com a finalidade de despertar nos Seus discípulos um sentido de responsabilidade pelos pagãos. A confissão de fé em Cesareia de Filipo (Mt 16:13-20) marcou um importante ponto de viragem no relacionamento dos discípulos com Jesus. A compreensão que eles tinham da Sua missão tinha crescido durante o tempo da sua associação com Ele. Agora, pela primeira vez deram sinais de uma compreensão mais madura e de um apreço por essa missão.
6 - Ministério em Samaria e Pereia
No outono desse ano Jesus, com os seus discípulos, assistiu à Festa dos Tabernáculos (Jo 7:2-13). Esta foi a Sua primeira visita a Jerusalém desde a cura do paralítico no tanque de Betesda e da Sua rejeição pelo Sinédrio 18 meses antes. A questão do Messiado de Cristo estava agora patente na mente das pessoas, que sabiam também da conspiração contra a Sua vida (Jo 7:25-31). Havia uma divisão de opinião bem definida entre os que achavam que Jesus devia ser aceite como o Messias ou condenado à morte (Jo 7:40-44). Quando uma tentativa abortada foi feita para prender Jesus, Nicodemos silenciou os conpiradores (Jo 7:45-53).Outra tentativa foi feita para Lhe preparar uma cilada (Jo 8:3-11). Quando Jesus ensinava no Templo as autoridades judaicas novamente O desafiaram, e Ele em resposta abertamente referiu-se a Deus como Seu Pai e se declarou ser o Enviado de Deus - que resultou na pretensão deles em o apedrejar ali mesmo (Jo 8:12-59). No entanto, Ele escapou (Jo 8:59) e aparentemente voltou brevemente à Galileia antes de partir daí para a Sua última viagem para Jerusalém (cf. Lc 9:51-56).
Nos meses seguintes Jesus trabalhou em Samaria e na Pereia, e durante este tempo enviou os Setenta a realizar a sua missão (Lc 10:1-24). Pouco se sabe acerca da rota que Jesus tomou, mas os relatos de Lucas mencionam as parábolas contadas e as experiências vividas durante este período (Lc 9:51 a Lc 18:34). Jesus procurou nessa altura atrair a atenção pública e mandou mensageiros adiante para anunciar a Sua vinda (Lc 9:52; Lc 10:1). Ele estava a avançar para o cenário do Seu grande sacrifício, e a atenção do povo tinha de ser dirigida para Ele. Durante o Seu ministério na Pereia a multidão mais uma vez se aglomerou ao Seu redor como nos primeiros dias do Seu ministério na Galileia (ver Lc 12:1). 3 meses antes da Páscoa Ele dirigiu-se a Jerusalém para assistir à Festa da Dedicação (Jo 10:22). Mais uma vez, as autoridades O acossaram no Templo, exigindo, "Se tu és o Cristo, dize-no-lo abertamente." (Jo 10:24). Após uma breve discussão os judeus uma vez mais pegaram em pedras para O apedrejar por se fazer passar por Deus (Jo 10:25-33). Pouco tempo depois procuraram prendê-lo, mas mais uma vez Ele escapou das suas mãos e voltou à Pereia (Jo 10:39, 40). A morte de Lázaro poucas semanas antes da crucificação trouxe Jesus de volta brevemente à proximidade de Jerusalém para o Seu supremo milagre, que foi efectuado na presença de um número de líderes judeus e que providenciou mais uma vez um prova irrefutável que os sacerdotes não podiam interpretar mal ou negar (ver Jo 11:1-44). Este milagre atestou o selo de Deus ao trabalho de Jesus como Messias, mas ao ser relatado aos líderes em Jerusalém (Jo 11:45, 46), eles determinaram afastar Jesus do caminho na primeira oportunidade que tivessem (Jo 11:47, 53). Esta prova de poder sobre a morte era a prova suprema de que na pessoa de Jesus, Deus tinha, de facto, enviado o Seu Filho ao mundo para a salvação dos homens do pecado e da sua pena, a morte. Os saduceus, que negavam a vida depois da morte, estavam agora indiscutivelmente alarmados, e unidos com os fariseus numa determinação firme para silenciar Jesus (cf. Jo 11:47). Sem o desejo de apressar a crise antes da altura certa, Jesus retirou-se mais uma vez de Jerusalém durante algum tempo (Jo 11:54).
7 - Ministério Final em Jerusalém
Poucas semanas após a ressurreição de Lázaro, Jesus mais uma vez se dirigiu a Jerusalém. Descansando em Betânia no Sábado (ver Jo 12:1), Ele foi recebido na casa de Simão (Mt 26:6-13; cf. Lc 7:36-50). Aproximadamente nessa altura Judas foi ao palácio do sumo-sacerdote com uma oferta para lhes entregar Jesus (Mt 26:14, 15). No Domingo Jesus entrou triunfalmente em Jerusalém, manifestando publicamente ser o Messias-Rei (Mt 21:1-11). A alegria das pessoas que tinham vindo a Jerusalém para assistir à Páscoa foi estimulada até ao pico mais alto em que O aclamaram como rei. Os discípulos de Jesus sem dúvida tomaram a Sua aceitação desta homenagem como prova de que as suas esperanças estavam prestes a ser cumpridas, e a multidão acreditava que a hora da sua emancipação dos romanos estava próxima. Jesus compreendeu que esta atitude o levaria à cruz, mas era Seu propósito dessa maneira chamar publicamente a atenção de todos para o sacrifício que estava prestes a cometer. Na segunda-feira Ele limpou o Templo uma segunda vez (Mt 21:12-16), assim repetindo no final do seu ministério o mesmo acto pelo qual ele tinha iniciado o Seu trabalho 3 anos antes. Esta atitude constituiu um desafio directo à autoridade dos sacerdotes e governantes. Quando eles contestaram o Seu direito a agir daquela forma - "Com que autoridade fazes tu estas coisas?" (Mt 21:23) - Jesus respondeu de uma forma tal que revelou toda a sua incompetência em avaliar as Suas credenciais como Messias (Mt 21:24-27). Através de uma série de parábolas (Mt 21: 28 a Mt 22:14) Ele descreveu a direcção que os lideres Judeus estavam a seguir ao rejeitarem-No como o Messias, e nas Suas respostas a uma série de questões que eles lhes colocaram (Mt 22:15-46) refutou os Seus críticos de uma forma tal que nenhum deles ousou questioná-Lo novamente (Mt 21:46).
Após publicamente ter exposto o carácter corrupto dos escribas e dos fariseus, Jesus afastou-se do Templo para sempre (Mt 23), declarando, "Eis aí abandonada vos é a vossa casa" (Mt 23:38), uma vez que apenas no dia anterior Ele se tinha referido ao Templo como a "minha casa" (Mt 21:13). Com esta declaração Jesus deserdou a nação judaica do concerto que a ligava a Deus. Ele tomou o "reino de Deus" da posse dos judeus a fim de o poder dar a "um povo que dê os seus frutos" (Mt 21:43). Nessa noite Jesus retirou-se juntamente com 4 dos seus discípulos (Mc 13:3) para o Monte das Oliveiras, onde sublinhou o que se iria passar antes do estabelecimento do Seu reino visível na terra (Mt 24; Mt 25). A quarta-feira da Semana da Paixão foi passada por Jesus em privacidade com os Seus discípulos. Na quinta-feira à noite Ele celebrou a Páscoa com eles, ao mesmo tempo instituindo a ordenança da Ceia do Senhor (Lc 22:14-30; Mt 26:26-29; Jo 13:1-20). Depois da ceia Ele procurou aconselhá-los activamente em relação ao futuro e à Sua eventual volta (Jo 14 a Jo 16). Assim que Ele entrou no Jardim do Getsémani o peso dos pecados do mundo caíram sobre Ele (Mt 26:37) e aparentemente estava-Lhe vedado o acesso à luz da presença do Pai, experimentando o resultado do pecado que é a eterna separação de Deus. Torturado pelo medo de que Ele podia ser separado para sempre do amor do Pai, que na Sua humanidade Ele podia não suportar o sofrimento que se avizinhava, e de que seria rejeitado por aqueles que tinha vindo salvar, Ele foi tentado a abandonar a Sua missão e deixar a raça humana sofrer as consequências (cf. Mt 26:39, 42). No entanto Ele bebeu a taça do sofrimento até a ultima gota. Na altura em que Ele desfalecia, recebendo o sofrimento da morte para cada homem, um anjo vindo do céu O fortaleceu a fim de suportar as horas de tortura que se aproximavam (Mt 26:30-56; Lc 22:43).
Nessa noite Jesus foi preso, e na manhã seguinte Ele apareceu primeiro perante as autoridades (Jo18:13-24; Mt 26:57-75; Lc 22:66-71), e mais tarde perante Pilatos (Jo 18:28 a 19:6) e perante Herodes (Lc 23:6-12). Jesus foi condenado à morte pelos judeus, e a sentença recebeu a relutante ratificação do procurador romano. Nesse mesmo dia Jesus foi conduzido para ser crucificado (Jo 19:17-37). Pela Sua morte na cruz Jesus pagou o preço do pecado e sustentou a justiça e misericórdia de Deus. Aos pés da cruz o egoísmo e ódio do ser criado que aspirou ser igual a Deus mas que ignorou Deus ao ponto de matar o Filho de Deus, esteve face a face com o amor altruísta do Criador, que se interessou tanto pelos seres que tinha criado que tomou a natureza de um escravo e morreu a morte de um criminoso a fim de os salvar da sua maldade (ver Jo 3:16). A cruz demonstrou que Deus podia ser ao mesmo tempo misericordioso e justo quando perdoou aos homens os seus pecados (cf. Rm 3:21-26). A morte de Jesus na cruz ocorreu sensivelmente na altura do sacrifício da tarde na sexta-feira, e a Sua ressurreição ocorreu no domingo seguinte de manhã (Mt 27:45-56; Mt 28:1-15). Depois da sua ressurreição Jesus tardou na terra durante algum tempo a fim de que os Seus discípulos se pudessem familiarizar com Ele como um Ser glorificado. As Suas aparições (Lc 24:13-45; Jo 20:19-21, 25; etc.), autentificavam a ressurreição. Quarenta dias depois Ele ascendeu ao Pai, assim terminando o seu ministério terrestre (Lc 24:50-53). "Eu subo para meu Pai e vosso Pai", foram as Suas palavras (Jo 20:17). A sua ordem antes da partida era a de que os Seus seguidores proclamassem as boas novas do evangelho a todo o mundo (Mt 28:19, 20). A certeza de que Jesus tinha realmente saído do túmulo e tinha ascendido ao Pai (Lc 24:50-53) deu um poder dinâmico ao evangelho à medida que os apóstolos o proclamavam a todo o mundo conhecido na sua geração (ver At 4:10; 2Pe 1:16-18; 1Jo1:1-3).
( Seventh-Day Adventist Bible Dictionary )

24 comentários:

DRIKA disse...

Olá caro "Daniel Mastral",bem, como não sei o seu nome verdadeiro...
Fico realmente decepcionada com os cristãos que acreditam que você é crente em Deus,um dia eu tambem acreditei mas,prefiri dar ouvidos ao espirito santo e ele abriu meus olhos.
Você sabe muito bem das coisas que fala,gotas de veneno se misturam as suas palavras,mas como Jesus mesmo disse:o povo perece por falta de conhecimento.
Porém,Deus tem levantado uma geração de profetas que vão ser usados para desmascarar as ciladas do Diabo,póde dar risada,mas você vai saber que esse Deus que você tanto zomba é real e que muitos cristão não são tapados como você supõe.Minha luta não é contra a carne e contra o sangue,mas contra toda ação demoniaca e pode ter certeza eu estou do lado de quem jamais perde:Jesus Cristo meu Senhor,meu Mestre,meu Salvador,Ele é verdadeiramente o Filho do Deus Altissímo,o Único,o criador do céu e da Terra.

Airton Da Hora disse...

Drika

Este Blog, não foi criado pelo Daniel Mastral, mas sim por mim, que tenho acompanhado o Ministério do Mastral, e até aqui não vi nada que o desabone. No entanto, Nem mesmo Jesus foi aceito por todos, nem mesmo Paulo. A bíblia diz que a boa arvore mostra seus frutos, até aqui os frutos que tenho visto do Mastral são bons, e espero que Deus continue o usando para ganhar almas para Cristo.

Abraços

Airton

Carlos disse...

Drika, muito bom comentário, acho q existe algo muito estranho nestas histórias relatadas por Mastral.

clapton disse...

Olá povo de Deus quero aqui defende o Daniel Mastral,ninguém é obrigado a acreditar nas historias do Daniel más quem sabe do assunto SABE que tudo que ele fala é verdade; junte iginorância com pensamentos alimentados pelo inimigo,dedusam vocês no que que dá.

Eder FC disse...

Assisti ao seminário do Daniel nível II no Rio e acabei de ler os livros Filho do Fogo I e II. Já conhecia os livros da Rebeca e como tal, descartei alguns exageros e retive o que achei importante sobre conhecer nosso inimigo. Só fico a me perguntar por quê não vemos tantas críticas contra os chamados "apóstolos" "bispos" e megas igrejas frias que temos espalhadas pelo nosso país. Só é criticado quem mostra os segredos do oculto???

Eder FC disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Thaty disse...

Gostaria de deixar registrado que até o presente momento concordo com o autor do blog. Os fruto de Marcelo e Cintia tem sido em ganhar almas para Cristo. Em todo o momento eles enfatizam o quanto é importante entregar sua vidas ao Senhor Jesus Cristo. Em NENHUM MOMENTO "DANIEL ou ISABELA" negam a Salvação em Jesus. Não fazem apologia a teologia da properidade e cura, que sutilemnte fazem pessoas irem para igreja atras de bençãos e não realmente de entrEgar suas Vidas para o Senhor JESUS CRISTO. Li todos os livros do casal, que se preocupam em trazer a PALAVRA DE DEUS (BIBLIA SAGRADA) em seus textos. Se o fruto dessas pessoas estão alcançando almas para Cristo, ou seja, pessoas estão sendo SALVAS em Jesus Cristo, pergunto: POR QUE TANTA PERSEGUIÇÃO PARA COM ELES? De fato, falta ao Crente ( nascido em Jesus Cristo) ler mais a biblia. Nota-se que quase não se fala em batalha espirutual nas igrejas, ou seja, vivemos uma era de igrejas que so se preocupam com o financeiro e os milagres de cura, mas GANHAR ALMAS.... xiiii.... vejo pessoas acomodadas nos seus bancos e lares, que não querem sair dos seus lares sequer para ir fazer uam ação social ou dizer ao seu proximo: JESUS TE AMA ! Há salvação para sua vida.
Irmãos, nós Cristãos deveríamos ser UNIDOS !! E não HIPOCRITAS que julgam sem tirar a trave que esta no olho. Cade o amor ao proximo... vejo que há muito Joio no meio do Trigo e muitos poucos vão ser chamados de filho e receber a COROA, prova-se com as atitudes dos irmãos, que lançam pedras ao inves de se submeterm em amor aos seus irmãos.
DEUS VOS ABENÇÕE. DESABAFEI !!!

roberto disse...

paz e graça amado.

estou lendo o seu livro "filho do fogo" confesso que nunca li um livro tao verdadeiro e edificante como este.com exeçao da biblia...
que todo o poder dos céus seja contigo onde for,pois Deus está mto feliz por sua coragen.estou orando por vcs.Deus é contigo amado,nao tenha medo...parabénsss...

Airton Da Hora disse...

É bom saber que de alguma forma o Blog tem contribuido para alertarmos as almas a respeito de Jesus Cristo. Eu agradeço as pessoas que tem postado aqui seus comentários. E dizer que as perseguições são prova de que a obra do Daniel Mastral realmente incomoda aqueles que não querem ver almas vindo para Cristo.
Esses dias recebi algumas ameaças pelo simples fato de ter criado este blog. Ora as ameaças vieram de pessoas ligadas aquilo que foi comentado pelo próprio Mastral. Isto para mim vem apenas corroborar para aquilo que eu já acreditava, que é o fato deste tipo de trabalho incomodar aqueles que visam engrandecer as trevas.
Deus seja exaltado.
Airton da Hora

Marcos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marcos disse...

A paz do Senhor Jesus, sou servo de Deus alguns anos, já li a bíblia 4 vezes, e já li mais de 70 livros, estou me formando em teologia, mas nunca tinha lido algo tão impressionante e real, já li os livros Filho do Fogo I e II, e vou ler os outros, e agradeço a Deus por ter usado daniel e ter desmacarado o diabo, e aberto aos olhos de muitos cristãos que pensam que o diabo virá com chifre, rabo e feio, Graças a Deus pela vida de Daniel e Isabela, que Deus continue usando, mais e mais, Deus vos Abençõe.

michele disse...

Nossa… como eu fico espantada de ver que a cada dia mais se cumpre os propósitos de Lucifér na vida dos crentes! Criticam-se uns aos outros, fazem picuinhas uns com os outros e destroem os poucos a quem sobrou alguma visão do Reino de Deus. E realmente ilustra bem o que os satanistas falam deles: são fracos, desunidos e despreparados! Vivem de arrotar a sua presunção e o seu triunfalismo!

roberto disse...

é verdade:
a maioriados "cristao" de hoje nao conhece as amrmas de lúcifer.
obedecem + as regras das suas "igrejas"do que a palavra de de DEUS.
tenho nojo destes "crentes" assim.
á mta ipocrisia nas igrejas,mtos fariseus,e poucos cristaos auténticos.
é triste esse cenário de hoje em dia nas igrejas...

Thalles disse...

Amados irmãos,
Creio que devemos nos unir debaixo das asas do Senhor!!!!
Precisamos crer que Deus está acima de nossas diferenças e que tudo o mais que fazemos deve ser para engrandecer o nome de Jesus e assim fazê-lo conhecido.
Apesar de todas as nossas falhas como Igreja, não podemos usar disso para tanto criticarmos e sim deixarmos nossas palavras e principalmente nossas vidas serem instrumentos de restauração em Jesus!!!
Devemos pedir sabedoria e mais dependência do Pai para que ao lermos as literaturas evangélicas tenhamos o melhor de Deus e não do homem. E creio que os livros de Daniel Mastral são de muito proveito pra quem deseja conhecer as estratégias de Satanás, mas é sempre necessário que venhamos depender da palavra do Senhor e provar o conteúdo de qualquer livro. Na condição de leitor da Palavra de Deus e Filho de Deus ao entregar minha vida a Jesus verdadeiramente, não vejo nada que venha contradizer a Bíblia nos livros de Daniel Mastral. Aliás, procuro ser muito prudente ao ler este tipo de livro, tendo sempre a Bíblia como a Verdade que me liberta do engano e pedindo sempre a direção do Espírito Santo ao lê-la.
Quero fazer um pedido de todo coração aos irmãos:
Vamos nos unir, pois Deus não habita onde há contenda.
Oremos para que Deus derrame amor e união sobre nossos corações, para que quando um ímpio leia o que escrevemos nesses blogs sinta e veja o amor de Deus derramado em nós e não contendas em nosso meio. Já nos basta o inimigo que temos para nos criticar de tantas formas.
Muitos olham para o fato de que Jesus criticou a atitude dos sacerdotes e acham nisso motivos para criticar. Mas precisamos olhar para o quanto Jesus orava, jejuava e amava aqueles a quem criticou. Jesus morreu por eles.
Você morreria para salvar a alma das pessoas a quem você critica??? Tudo que Jesus fez foi movido pelo amor e esse amor está disponível a nós por intermédio dele e é gerado pelo Espírito Santo.
Jesus disse: "Permanecei no meu amor.” (João 15:9b)
Fiquem no amor do Senhor. "Procurando guardar a unidade no Espírito pelo vínculo da paz".(Efesios 4:3)
Como igreja de Jesus nunca devemos nos esquecer:
"Ora, aquele que é poderoso para fazer muito mais abundantemente além daquilo que pedimos e pensamos, segundo o poder que em nós opera, a Esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amem."(Efésios 3:20-21)

Filha de Deus disse...

Affe....O que que essa Drika tem na kbeça?
Eu hein....Vc faka que tem discernimento espiritual e fica falando um monte de coisas sem nexo...O Daniel Mastral é sim um servo de Deus...E eu num vejo nenhum tipo de zombaria vinda da parte dele...Ouxee....Realmente vc não tem noção das coisas que fala...Que mané:gotas de veneno...Qm ta falando abobrinha aqui é vc, que fica acusando injustamente um servo de Deus!Vai orar!

Gerôni! disse...

Olá amados em Cristo, Paz seja com todos.
Gostaria aqui de expressar a minha insatisfação para com uma geração de pessoas que se dizem crentes/cristãos/evangélicos. Que em vez de estarem orando po r um servo de Deus separado para a sua obra fica criticando. Eu pergunto: Qual a sua contribuição para o Reino de Deus?

Eu tenho feito na pessoa de Jesus, procuro imitá-lo embora não seja fácil. Como tudo o que me vem a vista, consulto as escrituras para tirar conclusões espirituais. Uma vez que a minha opinião humana de nada vale, sendo que se tivermos a mente de Cristo iremos discernir tudo por meio do Espírito de Deus.
E como no momento estou lendo o Filho do Fogo vol. 1, com oração, já vi os seminários nivéis 1 e 2. Comprovei a sua autenticidade.

É uma pena que a irmã DRIKA, se é que posso chamá-la assim, sendo que pelo seu comentário não vejo fruto do Espírito e atitude de um imitador de Paulo e Cristo, como nos sugere as escrituras.

E ao mesmo tempo sou grato a Deus pela vida do Airton, que com sua atitude de postar este blog, não faz defesa do DANIEL e da ISABELLA, mas do Evangelho.

Rogo-vos pelas misericordias de Deus que usem de discernimento, mas que isso peçam a quem tudo pode dar sem nada lhe faltar.

Bruna Cristina disse...

Olá, eu estou lendo "Filho do Fogo I" e tenho sido abençoada, meus olhos tem sido abertos para as deficiências da Igreja de Cristo em relação a demonstrar o verdadeiro amor de Cristo, enquanto nosso adversário tem ganhado terreno e destruído muitas vidas, contradições à parte no que se diz respeito ao "Daniel Mastral", minha raiva do diabo só aumenta quanto mais leio o livro, e mesmo que ele realmente for uma farsa (creio que não), Deus usou até uma mula...Mas gostraia de saber porque do nome falso...

coelho disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
coelho disse...

Se o diabo e o satanás pudessem fazer algo contra Jesus, certamente teriam feito , ou seja destruí-lo. Agora, já que não fizeram , nunca farão. Eles não tem esse poder e nem o maior que é o dom da vida . Aliás , eles não tem nada, porque nem mesmo o inferno é deles , foi Deus quem criou ! O ser humano pode matar uma barata , mas uma barata não pode matar o ser humano.
Que Deus abençoe você Michele e que você se converta , no poder maior do mestre supremo Jesus .

SDC disse...

Estou lendo os livros e sendo grandemente abençoado através deles, sei que a verdade machuca a muitos; e assim como eles (livros) relatam histórias de filhos das trevas infiltrados nas igrejas, acabei de presenciar isso lendo alguns comentários que o unico que teria intensão de faze-los é satanás, a alguns meses atrás participei de um seminário de batalha espiritual com a Neuza Itioka (Grace) e isso serviu como um divisor de aguas na minha vida... não estou aqui para fazer criticas, creio que todos os que postam algo tem a capacidade de tirar suas próprias conclusões (sejam elas contra ou a favor de algum assunto), porém o unico "exercito" que dispara contra seus próprios companheiros é o exercito de Deus. Bom, não terminei de ler os livros ainda, mas o que já li recomendo a todos que também o façam.

castmore disse...

Li o livro filho do fogo 1 e acho que pelo menos nesse livro Daniel Mastral ou sei lá o seu veraddeiro nome zomba dos cristãos e edifica e muito o diabo, sinceramente gostei muito do livro mas também me deixou muito confusa,trata da bíblia de uma maneira muito peculiar e deixa claro que realmente o diabo tem mais espaço neste mundo do que Deus,....Infelizmente!
O fato é que ele ficou rico pra virar satanista e continua rico servindo a Deus.... O cara de sorte!!!!

castmore disse...

Li o livro filho do fogo 1 e confesso que fiquei mais confusa que esclarecida, o livro trata os cristãos com desprezo e edifica e muito o diabo....
Segundo Marlon o inimigo ganhou muito mais espaço que Deus no mundo....Infelizmente!
o fato é que o cara ficou rico pre virar satanista e agora continua rico servindo a Deus!!!!!O cara de sorte!!!!!!!

Silas disse...

Daniel Mastral é um impostor.Essa ordem mágica não existe. Todas as ordens mágicas, irmandades satânicas que existem são conhecidas: Templo de seth, colégio dos magos, ordem dos 9 anjos, church satan ( a igreja de satanás, fundada por A.Z. Lavey, O.T.O, Golden down e etc... Menos a fictícia Son's fire ( Filhos do fogo) Daniel Mastral diz ser um servo de Deus, não temer ao Diabo etc.. Mas usa nome falso e despista ao máximo qualquer coisa que o identifique; ora, se faz a obra de Deus e se esta é aprovada pelo mesmo, nada o pode tocar, porque então se esconde?! porque teme ser preso e desmascarado, como foi o tão conhecido "Tio Chico" que vivia às custas de cristãos simplórios que comprávam seu testemunho dado nas igrejas e, que, após ser investigado pela polícia e pelo ministério público, confessou que tudo não passava de uma fraude e que só fez isso porque os crentes acreditávam em qualquer coisa que se contá-se cujo o enredo fosse bruxaria envolvimento pessoal com satanaz etc.. O mais absurdo porém foi ele contar que num ritual satânico vários cristãos foram sacrificados e oferecidos a Abraxas durante um ritual..Deus jamais permitiria isso e satanaz não aceitaria, porque, por mais grave que fosse o pecado, essas pessoas aceitaram a Jesus como seu salvador e Jesus Cristo zela pelos seus santos, mesmo quanto esses se desviam do caminho justo,inclusive quando morrem porque sempre que um sacerdote de magia negra tenta violar um túmulo para fazer rituais de magia, logo aparece um anjo que protege o corpo alí sepultado e o impede, ele é o bom pastor, que, deixa as 99 ovelhas e vai em busca daquela que se perdeu. No livro "filhos do fogo" sempre se refere ao Diabo como "MEU PAI LUCIFER" ( no presente) e coloca o pastor que foi usado por Deus para libertá-lo como um covarde, que fugiu para o interior aterrorizado e recomendou que não fosse pregar o evangelho a seus ex amigos bruxos senão iriam matá-lo! ora que pastor é esse que teme vence o inimigo e o expulsa do corpo de uma pessoa mas que recomenda temer ao diabo e não levar o evangelho aos que estão sob seu domínio?

Silas disse...

A bíblia nos alerta que satanaz tentaria enganar, se possível fosse, até os escolhidos. Acreditar em mulheres licantrópicas que deixam de ser humanas fisicamente e se transformam em animais,é no mínimo, hollywoodiamente risível. Satanaz não tem permissão para criar ou modificar a natureza física de seres humanos. Caso o contrário, oque teria de pai-de-capeta transformado em pitibulls atacando moças e senhoras incaltas voltando do culto não estaria no GIBI...Muito menos um romance com uma moça evangélica, filha de pastor, sendo ele um mago satânico, seria julgo desigual condenado pela bíblia ter um relacionamento com um ímpio, quem dirá um filho de satanaz...Fala ainda que era o queridinho de uma potestade Maligna como abraxas que todos eram muito ricos, menos ele, que precisava trabalhar num lojinha e dar aulas de jiu-jtsu pra inteirar o orçamento,além de fazer parte de uma gang, "a 49" e realizar um ou outro furto.. muito estranho...Satanaz não tem nada, é um pobretão, quando se voltou contra Deus perdeu toda sua formosura e a posição que ocupava. Todos os "poderosos da magia" precisam enganar as pessoas e arrancar-lhes dinheiro de consulta para sobreviver miseravelmente, com toda sorte de fragelos,caso contrário quem ganharia o premio acumulado da Megasena seria um "grande Bruxo" toda semana..Que diabo de satanaz é esse que o cara dá sangue, sacrificios humanos, total adoração mas que precisa trabalhar numa loja, dar aulas de jiu-jitsu e roubar carteiras pra sobreviver. Um demonio tão poderoso não consegue acertar 6 dezenas e transformar seu filho predileto em arque-milionário? Os nomes dos personagens do livro filhos do fogo, vem do livro "aventuras de Xisto", um livro infanto juvenil, da autora Lúcia machado de Almeida, publicado em 1984. estão todos lá: Zórdico, taolez, o egipcio etc..